27 de junho de 2026 ficou marcado
por concertos que juntaram clássicos, nostalgia e muita energia
No dia 27 de junho, o Rock in Rio Lisboa voltou a provar que o rock continua bem vivo e capaz de atravessar gerações. Entre nomes históricos da música internacional e algumas das bandas mais emblemáticas do panorama português, o recinto recebeu um público diverso, unido pela vontade de cantar, recordar e celebrar grandes temas.
No Music Valley, o rock cantado em português esteve em destaque com um alinhamento de luxo. Os Jáfumega abriram o palco, trazendo consigo um ambiente de nostalgia. Seguiram-se os UHF, que reafirmaram o seu papel pioneiro no rock nacional, e os GNR, conduzidos pelo carisma e irreverência de Rui Reininho. A fechar, os Xutos & Pontapés voltaram a mostrar a garra que os tornou uma das maiores bandas portuguesas, arrastando multidões de várias idades.

No Palco Mundo, as lendas mostraram que o tempo passa, mas a força das canções permanece. As 4 Non Blondes abriram a programação com um regresso a um dos temas mais icónicos dos anos 90. Seguiu-se Shaggy, que trouxe ritmo e boa disposição, colocando o público a dançar. Cyndi Lauper, uma das vozes mais marcantes da pop-rock mundial, protagonizou um dos momentos altos da noite, numa atuação carregada de nostalgia e emoção. Para encerrar, Rod Stewart levou o público numa viagem por décadas de sucessos, confirmando o estatuto de grande referência da música internacional.

No palco Super Bock, Syro foi o primeiro artista a atuar, abrindo caminho para um concerto cheio de boas energias dos The Wailers, que recordaram o legado musical de Bob Marley. Depois, Joss Stone conquistou o público com a sua voz poderosa e presença contagiante. A noite terminou com Belo, que se estreou nos palcos do Rock in Rio e trouxe ao festival uma sonoridade diferente, bem recebida pelos presentes.

