Sábado, Junho 15, 2024
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Soma das Partes nos cinemas a 20 de junho

Soma das Partes, do realizador Edgar Ferreira e produzido pela Galope Films estará nas salas de cinema no próximo dia 20 de junho. Um documentário sobre as seis décadas da Orquestra Gulbenkian. Com recurso a imagens de arquivo inéditas e entrevistas de músicos, maestros e solistas internacionais, Soma das Partes é a história de uma orquestra que se apresentou publicamente pela primeira vez a 22 de outubro de 1962, no Teatro Nacional D. Maria II. Ao longo de 60 anos de atividade, em Portugal e no estrangeiro, contribuiu de forma determinante para o enriquecimento e projeção do panorama musical português, gravando mais de 70 discos e atuando ao lado de alguns dos maiores intérpretes no mundo da música, em mais de 35 países.

Um documentário que conta com a participação de ilustres pessoas que deram o seu testemunho, mostrando ao público o que foram os últimos 60 anos da Orquestra Gulbenkian:  Alejandro Oliva, Alfredo Flores, Andrew Swinnerton, António Gonçalves, Arlindo Santos, Evgeny Kissin, Hannu Lintu, Inês Thomas Almeida, Joana Carneiro, Lawrence Foster, Leonor Braga Santos, Levi Condinho, Lorenzo Viotti, Luís Tinoco, Manuel Teixeira, Maria João Pires, Maria José Falcão, Muhai Tang, Risto Nieminen, Rui Vieira Nery, Teresa Nunes da Ponte, Varoujan Bartikian, Vera Dias.

60 anos de história da Orquestra Gulbenkian

Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo demais de cinquenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências de cada programa de concerto.

Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório que se estende do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas tradicionais, nomeadamente a produção orquestral de Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Mendelssohn ou Schumann, podem ser dadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.

Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório Gulbenkian, em Lisboa, em cujo âmbito tem tido ocasião de colaborar com alguns dos maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos em diversas localidades do país, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, por sua vez, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo até agora efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas.

No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato,Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio.

Hannu Lintu é o atual Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.

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