Talento musical e humor são dois dos ingredientes de “Os Quatro e Meia”!

 


Todo este grupo é cheio de histórias e boa disposição e é com a história do nome que denunciam, “Os Quatro e Meia”, são afinal meia dúzia de jovens. E são meia dúzia de jovens com talento e humor. Uma explosão de qualidades!

No dia 24 de Maio o grupo esteve em Lisboa no Teatro Tivoli BBVA, na sua primeira grande apoteose desde que se formaram e para uma sala que esgotou nesse dia, repetindo concerto na mesma sala no dia seguinte.

Para a abertura convidaram Tiago Nacarato que se fez acompanhar à guitarra de Diogo Brito e Faro. Foi meia hora de serenidade e intimidade musical.

Terminado este momento e sem tempo para suspiros, ei-los, “Os Quatro e Meia” já em palco enquanto o pano se abre com voz off numa breve explicação do grupo tipo Documentário de Natureza Selvagem.

Na sala a emoção fez-se sentir com aplausos e gritos, e com “A Manta do Teu Coração” para primeira canção, seguida de “Bom Rapaz”.

E é na terceira “Já Estou de Regresso, Amor” que começa o rol de músicas do álbum “Pontos nos Is” e claro o público não os deixou cantar a sós, foi num coro gigante que se fizeram ouvir.

Pedro Tatanka foi convidado especial em “Se Eu Pudesse Voltar” e “Alfaiate” música do próprio.

Cumplicidade e amizade entre todos foi o que se sentiu, “Os Quatro e Meia” sabem receber quem convidam, e assim também chamaram Nacarato para “Tanto Sonhar” e “Minha Mãe Está Sempre Certa”.

É na apresentação da próxima música “Pontos nos Is”, que dá nome ao álbum já referido, que não imaginaríamos que no fim da mesma um pedido de casamento estava acordado com João que se encontrava no Balcão da frente, que quando interpolado pela banda, se levanta com os braços abertos e nos informa em som bem vibrante da resposta da noiva – SIMMMMM. Aplausos, assobios e gritos se fizeram ouvir, e os sorrisos foram reis da festa naquele momento.

Com isto seguiu-se “Sentir o Sol” com o refrão cantado em português, inglês, espanhol, alemão e até em russo com o tal humor que lhes é característico. E saem após abraço em grupo como quem indica término de concerto, mas voltaram, CLARO, porque a sala fez-se ouvir e eles regressam para encore com “O Tempo Vai Esperar”, o seu novo tema, mas foi “Para a Frente é que é Lisboa” que de rompante a sala se levantou para fazer vontade ao pé que teimava já há algum tempo em não parar de bater.

E já em jeito de término “Baile de são Simão” o tão aclamado tema que foi um delírio para os fãs, com direito a duas delas a invadirem o palco para saltar e cantar com a banda.

Tudo aqui dito, foi pouco para o que se sentiu naquele momento! Esperamos por outros momentos assim!
 
Texto: Raquel Ataíde
Fotos: Jorge Torres Carmona

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