Resistência em palco após 25 anos, um espectáculo que não se podia deixar de ir!

Estiveram descontraídos entre admiradores de todas as idades, foi em Lisboa na Meo Arena, no passado dia 13 de Outubro pelas 22:00, e este quarto de século como Grupo já lhes permite esta descontração e esta dinâmica tão característica.

Começaram com “Mano a Mano”, seguindo “Nasce Selvagem”, ouvimos outros temas como, “Vai Sem Medo”, “Cantiga de Amor”, “Sete Naves”, “Timor”, “Amanhã é Sempre Longe Demais”, “Aquele Inverno”, “Cidade Fantasma”, “Liberdade”, “Circo de Feras”, “Se Te Amo”, “Perfeito Vazio”, “Um lugar ao Sol”, “Chamaram-me Cigano”, “A Noite”, “Não Sou o Único”, “A Gente Vai Continuar”, “Desalinhados”, e todos a palco para se ouvir “Nasce Selvagem”.

Os presentes responderam com alguma nostalgia a alguns temas, difícil não trautear e aplaudir. Elas estão cá dentro de nós!

Foram dois os convidados, Raquel Tavares e António Zambujo, que lisonjeados agradeceram a oportunidade de cantarem com um Grupo que primazia a música portuguesa.

Os Resistência, que já tiveram outros elementos encontram-se agora com: Alexandre Frazão (bateria), Fernando Cunha (voz e guitarra 12 cordas) Fernando Judíce (baixo), José Salgueiro (percussões), Mário Delgado (guitarra), Miguel Ângelo (voz), Pedro Jóia (guitarra clássica), Olavo Bilac (voz) e Tim (voz e guitarra).

Foi mais uma noite de boas memórias, a ouvir músicas de Amor e Paz, um espectáculo, que de facto, não se podia ter deixado de ouvir!

Texto: Raquel Ataíde
Fotos: Jorge Torres Carmona

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