BERNARDO COUTO lança álbum de estreia a 17 DEZ no CCB

BERNARDO COUTO  edita  álbum de estreia
pela label Museu do Fado Discos

17 DEZEMBRO . CCB 
Há Fado no Cais

 

Álbum de estreia de Bernardo Couto é a 12ª edição da Museu do Fado Discos

Virtuoso da guitarra portuguesa, Bernardo Couto edita o seu primeiro disco pela label do Museu do Fado. Com nove guitarradas da sua autoria e uma de Luís Carlos da Silva, cumpre assim o objetivo de dar o seu contributo pessoal para o repertório de guitarradas de Lisboa. A acompanhá-lo na viola de fado, a cumplicidade de Bernardo Saldanha.

Bernardo Couto toca guitarra portuguesa desde os 14 anos. O seu primeiro mestre foi Carlos Gonçalves, a quem dedica “Toada Menor”, o tema de abertura deste álbum. Mais tarde estudou com Paulo Parreira, Ricardo Rocha e Pedro Caldeira Cabral (que assina o arranjo de uma das faixas).

Em concerto e um pouco por todo o mundo, Bernardo Couto acompanhou já artistas como Ana Moura, António Zambujo, Camané, Carminho, Cristina Branco, Mísia e Raquel Tavares, entre outros. Integra o LST – Lisboa String Trio – juntamente com o guitarrista José Peixoto e o contrabaixista Carlos Barretto. Também faz parte do grupo SUL, com o pianista Luís Figueiredo e o contrabaixista Bernardo Moreira. Trabalha regularmente com o bandoneonista argentino Martín Sued e toca regularmente na casa de fados Mesa de Frades.

 

Há Fado no Cais
17 DEZEMBRO . CCB 
19H00 Presencial / 21H30 Online 

« A ideia deste concerto é a de apresentar ao público o trabalho a que eu e o violista Bernardo Saldanha nos dedicámos durante quase todo o confinamento. Quero deixar um contributo, o meu contributo pessoal, ao repertório de guitarradas de Lisboa, com o único objetivo de que possam um dia vir a ser tocadas pelos guitarristas da cidade, passando assim a fazer parte deste património musical onde me inscrevo.
O maior desafio deste projecto de dez guitarradas foi, desde o início, o de compor algo que estivesse dentro da “linguagem” fadista de Lisboa mas que, ao mesmo tempo, revelasse um cunho próprio. Só o tempo e o público dirão se esse objetivo foi atingido! »
Bernardo Couto