Adiem-nos, Mas Não Nos Cancelem Agora

Estamos num momento único na vida de todos.

A cultura foi a primeira a ser parada e será provavelmente a última a poder retomar a sua atividade.

Cancelar a cultura de um país é cancelar a sua memória, a sua alma, a sua identidade. Cancelar a cultura é matar a esperança, é deixar que a escuridão se alastre e tome conta de tudo.

A cultura está connosco todos os dias. Milhares de famílias trabalham na cultura todos os dias.

Milhares de pessoas que precisam de garantias para continuar a fazer o que sempre fizeram. Nós existimos, estamos aqui e queremos continuar a estar.

Adiem-nos, mas não nos cancelem agora.

Muito obrigado a todos!