A Espetacularidade de Muse no Passeio Marítimo de Algés

Everything is New – Tiago Cortez

No dia 24 de Julho, o trio britânico MUSE veio ao Passeio Marítimo de Algés apresentar a sua Simulation Theory Tour.

As atuações iniciaram-se pelas 19.15h com Mini Mansions e Miles Kane pelas 20.15h e serviram de música ambiente a quem chegava e procurava um local para se sentar e comer, enquanto esperava pela atuação dos Muse.

Os Muse entraram em palco pouco depois das 21.30h com dois temas do novo álbum, “Algorithm” com um vídeo que nos alerta que vivemos numa simulação e “Pressure” seguido de “Psycho”. No fim da música, Matt Bellamy cumprimentou o público e passou para “Break it to Me”, aproveitando para apresentar o baixista Chris Wolstenholme e o baterista Dominic Howard.

No palco os enormes ecrãs que lá se encontravam dominavam as atenções, com vídeos futuristas a passar, acompanhados de um fantástico trabalho de luzes e de bailarinos que mudavam de roupa e de “personagem” de acordo com a música. Com o público já cativado “Uprising” fez-se ouvir em coro, seguido de “Propaganda” e “Plug in Baby”.

Seguiram-se “Pray (High Valyrian)”, “The Dark Side”, “Supermassive Black Hole”, “Thought Contagion”, “Interlude”, “Hysteria” e “The 2nd Law: Unsustainable”.

Nesta altura Matt Belamy senta-se ao piano, numa parte do palco que está no meio do público, e acompanhado do baterista e baixista toca “Dig Down” em versão acústica, pedindo ao público para cantarem com ele e acenderem as luzes dos telemóveis.

Após este momento mais calmo, os Muse retornam ao palco principal para “Madness” e “Mercy”, com o vocalista a descer junto do público para cumprimentar os fãs que estavam na primeira fila.

“Time Is Running Out”, “Houston Jam”, “Take a Bow”, “Prelude” e “Starlight” fecharam um concerto repleto de efeitos visuais, onde ainda houve tempo para ver bailarinos descerem em cordas dos ecrãs gigantes do palco, robôs futuristas a lutarem e o enorme monstro de “The Dark Side” em palco, para além dos habituais confettis e o encore com “Algorithm”, uma mistura de “Stockholm Syndrome”/ ”Assassin”/ ”Reapers”/ ”The Handler”/ ”New Born” e
“Knights of Cydonia” com o lançamento de balões para o público apanhar.

Texto: SM
Fotos: Everything is New – Tiago Cortez