Mumford and Sons – 360º de Pura Diversão

No dia em que Portugal comemora o Dia da Liberdade, a Altice Arena celebrou esta data da melhor maneira, com um concerto a 360º da banda Britânica Momford and Sons.

A promoverem o seu quarto álbum “Delta”, a banda que veio agora de uma tournée pelos Estados Unidos, iniciou a Europeia com este concerto em Lisboa, e ao longo de todo o concerto foi repetindo que não poderiam ter começado em local melhor e que estavam muito contentes por terem regressado ao nosso país.

A entrada em palco foi feita com um claro “Boa noite” por parte de Marcus Momford e de seguida ouviu-se “Guiding Light”.

Os primeiros acordes de “Little lion man” geraram um grande entusiasmo por parte do público que cantaram o refrão de forma quente e audível, mas não foi caso único, como a que se seguiu “Beloved”.

No tema “Lover of the Light” Marcus foi para a bateria tocar e cantar, num momento que ficará registado na memória de todos.

 Em “Belive” foi pedido para o público acender as luzes dos seus telemóveis e ficou criado um mar de luzes, e de repente parecia que estavam todos numa perfeita união.

“Ditmas” ficou marcado pela saída de palco do encantador vocalista Marcus entrando plateia dentro e acabando a cantar em cima do balcão de venda do merchandising.

O encore começou com um pedido de desculpas por não saberem dizer muitas palavras em português, nomeando Cristiano Ronaldo. Seguiu-se um momento reconfortante em que Marcus Mumford, Bem Lovett, Winston Marshall e Ted Dwane se juntaram num só microfone, qual lareira numa noite de inverno e tocaram “ “Cold Arms” e “ Forever”.

A banda de abertura, os Gang of Youths, que tocaram muitos temas clássicos, passando de músicas do filme Dirty Dancing até Diana Ross ou Four Tops, entraram em palco no encore para tocarem em conjunto uma versão de “Blood” dos Middle East.

Ainda houve tempo para “Awake my soul” e a tão esperada “I will wait”, que pôs todas as pessoas a cantarem e dançarem.

“Delta” foi a última música da noite, e no final deixaram um recado, querem voltar ao nosso país, se nos quisermos, e nos dizemos que sim, podem voltar as vezes que quiserem!

Texto: Raquel Coelho