Bons Sons Apresenta Cartaz Deste Ano

O BONS SONS está de volta, de 8 a 11 de agosto, em Cem Soldos, uma aldeia em manifesto. Quatro dias, dois novos palcos (10 palcos) e mais de cinquenta concertos, num recinto mais alargado. Há mais aldeia e menos pessoas, tendo a lotação diminuído de 40 mil para 35 mil pessoas, nesta edição comemorativa dos 13 anos e das 10 edições.

A comemoração dos 13 anos e das 10 edições materializa-se de várias formas. Após a apresentação do manifesto com 10 pontos que definem a missão e a realidade da aldeia de Cem Soldos e do festival BONS SONS, em agosto, esta efeméride é assinalada, com três momentos especiais: concerto de abertura, 13 bandas a comemorar 13 anos e 10 edições e festa de encerramento.

No concerto de abertura, a Orquestra Filarmónica Gafanhense irá compor e interpretar 10 temas, um por cada edição do BONS SONS, sendo escolhido um tema de um músico ou de uma banda de cada edição.

A comemoração é realizada também com a atuação de 13 bandas que já estiveram no BONS SONS e fazem parte da história do festival. Uma banda e seis duplas, que se juntam e realizam seis concertos especiais, divididos por três palcos.

Especificamente para esta edição comemorativa do BONS SONS, 12 bandas juntaram-se em duplas, algumas pela primeira vez, e vão dar concertos em conjunto, incluindo a apresentação de algumas composições inéditas.

13 BANDAS A CELEBRAR OS 13 ANOS DAS 10 EDIÇÕES

  • Diabo na Cruz
  • First Breath After Coma + Noiserv
  • Glockenwise + JP Simões
  • Joana Espadinha + Benjamim
  • Lodo + Peixe
  • Sensible Soccers + Tiago Sami Pereira
  • Sopa de Pedra + Joana Gama

Para além destes 15 nomes, o BONS SONS 2019 apresenta Tiago Bettencourt, Júlio Pereira, Luísa Sobral, Helder Moutinho, Budda Power Blues & Maria João, Dino D’Santiago, Pop’Dell Arte, X-Wife, Três Tristes Tigres, Stereossauro, DJ Ride, Fogo Fogo, Scúru Fitchádu, Paraguaii, Baleia Baleia Baleia, Tape Junk, Miramar, Pedro Mafama, Senza, Afonso Cabral, Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva, Raquel Ralha & Pedro Renato, Jorge da Rocha, Mano a Mano, Sallim, Galo Cant’Às Duas, Tiago Francisquinho, Gator, The Alligator, Cosmic Mass, Francisco Sale, Dada Garbeck, Valente Maio, Ricardo Leitão Pedro, DJ Narciso, DJ João Melgueira, Carlos Batista, Vénus Matina, Mil Folhas, Telma, Cal, Adélia, Pequenas Espigas e Vozes Tradicionais Femininas.

No âmbito da parceria de programação entre o BONS SONS e o Festival Materiais Diversos e o Curtas em Flagrante, o Auditório Agostinho da Silva recebe os espetáculos Coexistimos, de Inês Campos, Danza Ricercata, de Tânia Carvalho, Nem a Própria Ruína, de Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos e uma seleção de curtas-metragens a anunciar em breve. Ainda no âmbito da programação do auditório, foi estabelecida uma nova parceria entre o festival e o Fumaça, um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente, responsável pela organização de alguns debates e conversas durante o festival.

ALINHAMENTO

 

PALCO 8 AGOSTO 9 AGOSTO 10 AGOSTO 11 AGOSTO
LOPES GRAÇA Diabo na Cruz Budda Power Blues & Maria João Tiago Bettencourt Júlio Pereira
Fogo Fogo Helder Moutinho Pop Dell’Arte Dino D’Santiago
ZECA AFONSO First Breath After Coma + Noiserv Stereossauro Luísa Sobral
Orquestra Filarmónica Gafanhense Lodo + Peixe Miramar Sopa de Pedra + Joana Gama
ANTÓNIO VARIAÇÕES Joana Espadinha + Benjamim Scúru Fitchádu Glockenwise + JP Simões Sensible Soccers + Tiago Sami Pereira
X-Wife Paraguaii Baleia Baleia Baleia Tape Junk
AMÁLIA Senza Afonso Cabral Três Tristes Tigres Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva
GIACOMETTI – INATEL Raquel Ralha & Pedro Renato Gator, The Alligator Jorge da Rocha Pedro Mafama
Mano a Mano Sallim Tiago Francisquinho Galo Cant’Às Duas
AGUARDELA DJ João Melgueira DJ Narciso DJ Ride Moullinex (festa de encerramento)
CARLOS PAREDES Francisco Sale Dada Garbeck Valente Maio Ricardo Leitão Pedro
MPAGDP Carlos Batista Cal Mil Folhas Telma
Vénus Matina Adélia Pequenas Espigas Vozes Tradicionais Femininas
AUDITÓRIO AGOSTINHO DA SILVA Coexistimos de Inês Campos Danza Ricercata de Tânia Carvalho Curtas em Flagrante Nem a própria ruína de Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos

NOVOS PALCOS
Estes concertos dividem-se em três palcos: Lopes-Graça, Zeca Afonso e num novo palco: Palco António Variações. Este palco situa-se no local do antigo Palco Eira e é uma homenagem ao cantor e compositor português que marcou a década de 1980 em Portugal. Apesar de curta, a sua discografia foi marcante e continua a influenciar os músicos e a música portuguesa até hoje. Irreverência, excentricidade e muito talento na criação de um estilo aculturado. Aqui podemos encontrar projetos que gravitam entre o pop rock, as sonoridades mais eletrónicas, até ao punk.

A outra novidade em termos de palcos é o lagar de Cem Soldos, novo local dedicado à programação da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (MPAGDP), que deixa a igreja de São Sebastião, que, este ano, passa a chamar-se Palco Carlos Paredes e irá receber atuações instrumentais, contemplativas e virtuosas de músicos exímios que reinventam a forma de tocar certos tipos de música ou certos instrumentos, nomeadamente violas de arco, guitarras, alaúde ou sonoridades electrónicas desenhadas especificamente para a acústica especial de igrejas.

Há também algumas novidades em termos dos palcos existentes: o Palco Zeca Afonso é também um palco para gente sentada, um local para ver concertos de uma forma mais descontraída, tirando partido do cenário envolvente.

Palco Amália volta a ter concertos apenas à tarde e passa a ser um palco com quatro frentes, proporcionando uma proximidade incrível entre artistas e o público.